11 de Dezembro de 2008

De cara nova...

Não sei se vocês notaram, mas mudei o template. Já tava mesmo precisando, né?! Espero que gostem.

Um grande bj e até mais.

Atualização em 12/12/2008:

Bom, como vocês devem ter notado também, isso ficou uma bagunça. Não estou conseguindo organizar os comentários antigos que eu usava pelo Haloscan. Assim, vou esquecer deles e voltar a usar os comentários do blogger mesmo.

Beijão.

10 de Dezembro de 2008

Só pra constar...

Ele já voltou e já matamos a saudade.

4 de Dezembro de 2008

Ele tá voltando...

Homenagem à volta do Maridão!!!!!!



Tô Voltando
Cantora: Simone
Composição: Paulo César Pinheiro e Maurício Tapajós

Pode ir armando o coreto
E preparando aquele feijão preto
Eu tô voltando
Põe meia dúzia de Brahma pra gelar
Muda a roupa de cama
Eu tô voltando

Leva o chinelo pra sala de jantar
Que é lá mesmo que a mala eu vou largar
Quero te abraçar, pode se perfumar
Porque eu tô voltando

Dá uma geral, faz um bom defumador
Enche a casa de flor
Que eu tô voltando
Pega uma praia, aproveita, tá calor
Vai pegando uma cor
Que eu tô voltando

Faz um cabelo bonito pra eu notar
Que eu só quero mesmo é despentear
Quero te agarrar
Pode se preparar porque eu tô voltando
Põe pra tocar na vitrola aquele som
Estréia uma camisola
Eu tô voltando

Dá folga pra empregada
Manda a criançada pra casa da avó
Que eu to voltando
Diz que eu só volto amanhã se alguém chamar
Telefone não deixa nem tocar
Quero lá, lá, lá, ia, porque eu to voltando!

SAUDADE, SAUDADE E SAUDADE... vou lá arrumar o cabelo e já volto!

2 de Dezembro de 2008

Saudades do Maridão

Maridão viajando e a saudade apertou.



Follow You, Follow Me
Phil Collins
Composição: Genesis

Stay with me,
My love I hope you'll always be
Right here by my side if ever I need you
Oh my love

In your arms,
I feel so safe and so secure
Everyday is such a perfect day to spend
Alone with you

I will follow you will you follow me
All the days and nights that we know will be
I will stay with you will you stay with me
Just one single tear in each passing year

With the dark,
Oh I see so very clearly now
All my fears are drifting by me so slowly now

Fading away

I can say
The night is long but you are here
Close at hand, oh I'm better for the smile you give
And while I live

I will follow you will you follow me
All the days and nights that we know will be
I will stay with you will you stay with me
Just one single tear in each passing year there will be

I will follow you will you follow me
All the days and nights that we know will be
I will stay with you will you stay with me
Just one single tear in each passing year...

21 de Novembro de 2008

Cotas para Alunos de Escolas Públicas

Notícia de hoje da Folha Online, “A Câmara aprovou nesta quinta-feira um projeto de lei que estabelece o sistema de cotas raciais e sociais nas universidades públicas federais e escolas técnicas de ensino médio. O projeto determina que 50% das vagas nessas instituições de ensino serão destinadas aos alunos que estudaram em escolas públicas no ensino médio”. Essa idéia de cotas para alunos da rede pública nas universidades já é antiga e surgiu lá em 2004 no próprio Governo Federal. Ainda segundo a Folha, “o texto segue para nova votação no Senado, uma vez que sofreu modificações na Câmara. Os deputados incluíram a questão da renda de 1,5 salário mínimo, o que modificou o texto dos senadores”.

Nessa discussão acredito que meu depoimento seja pertinente. Fui aluna da rede pública durante quase toda a minha vida. Estudei em uma escola particular apenas na terceira e quarta séries do antigo primeiro grau (hoje ensino fundamental), cursando o restante das séries e todo o ensino médio (antigo segundo grau) em escolas públicas, na cidade de Teresópolis/RJ. Acredito que durante o ensino fundamental tive muita sorte, pois estudei em uma escola que tinha um excelente nível educacional. Já durante o ensino médio enfrentei longos períodos de greve e muitos outros problemas típicos de escolas públicas, como falta de mesas e cadeiras e falta recorrente de professores em diversas disciplinas.

Acontece que na minha época não se falava em cotas e, por ser de família com poucas posses, a minha única alternativa de cursar o ensino superior era conseguir entrar para uma Universidade pública. E esse era o meu maior sonho e transformei esse objetivo em uma obsessão pessoal. Estudei muito, sozinha e com amigas, para suprir a falta de aulas. Hoje, a recordação que tenho dessa época da minha vida é de esforçar-me ao máximo todos os dias. Não acho que esse seja o cenário ideal para um jovem estudar e imagino que a situação atualmente seja muito pior do que quando estava estudando, em termos de qualidade de ensino.

Depois de muito sofrimento, ainda no ano em que concluí o ensino médio, prestei vestibular apenas para Universidades públicas de renome do estado do Rio de Janeiro (UFRJ, UFSC, UERJ, UFF) e não consegui entrar. Foi por pouco, mas não deu. Não desisti! Aquela era minha meta de vida. Mais do que isso, eu queria cursar Engenharia Mecânica na UFRJ de todo jeito. Passei mais um ano estudando, agora com a ajuda de um Tio que pagou as mensalidades de um curso pré-vestibular (dos mais baratos e mais fracos). Cabe dizer aqui que levei esse de forma mais tranqüila, estudando muito pouco e me concentrando apenas nas deficiências que tinha observado nas primeiras provas que fiz. No final do ano prestei novamente os vestibulares para as públicas (UFRJ, UERJ, UFF e CEFET) e, ao contrário do ano anterior, tive sucesso. Acredito que nesse caso contou muito mais o descanso mental e a maturidade para fazer uma prova melhor. Passei para as quatro Universidades públicas que ficam no Estado do Rio de Janeiro, inclusive a sonhada UFRJ. Nunca na minha vida tinha me sentido tão recompensada por um esforço. Foi a minha maior conquista até aquele momento, e acredito que está entre as mais importantes até hoje. Agora eu conto esta história na distância de 13 anos e ela me parece até um pouco romântica, mas é só eu lembrar quantas lágrimas derramei para que o romantismo desapareça imediatamente.

Nos primeiros dias de aula na UFRJ eu acreditava que a etapa mais difícil da minha educação tinha passado. Pensei: “agora eu estou dentro”. Como eu estava enganada! Escolhi um curso dentre os mais difíceis. Terminá-lo com boas notas e dentro do prazo normal me custou muitas outras lágrimas e muito, mas muito esforço. Foi preciso superar muitas outras dificuldades na minha formação básica para conseguir acompanhar as disciplinas. Consegui novamente! Com ajuda da minha família e com a ajuda daquele do melhor amigo que eu poderia ter encontrado na minha vida, meu marido.

Se você teve a paciência de ler tudo que escrevi aí em cima deve estar acreditando que sou favorável ao projeto de lei em discussão. Mas não sou! Na verdade, sou radicalmente CONTRA! Eu vivi a realidade da escola pública e sofri para conseguir a formação que tenho hoje e não acredito que tenha que ser tão sofrido para um jovem conquistar o direito de ter uma formação superior. Concordo que é preciso que os estudantes da rede pública tenham acesso ao ensino superior porque é desse jeito que a desigualdade social do Brasil vai diminuir. Apenas não concordo que o sistema de cotas seja solução. Solução é melhorar a qualidade das escolas públicas para que os alunos sejam capazes de prestar um vestibular de alto nível e consigam passar. Desculpem-me aqueles que acreditam que eu possa estar sendo politicamente incorreta, mas colocar alunos mal preparados em cursos de alto nível só pode resultar em duas coisas: ou o curso diminui seu padrão para que os alunos consigam se formar, ou os alunos não vão conseguir concluir o curso e abandonarão o mesmo. Em minha opinião, nenhuma das opções é aceitável.

Não sei o que podemos fazer para impedir que esta idéia insensata se torne realidade. Elegemos nossos representantes e eles estão procurando resolver os problemas do Brasil da forma mais fácil, mas protestar sempre é uma ferramenta. Então meus amigos, protestemos!

20 de Novembro de 2008

Para não deixar acabar...

Sabem, essa história de blog é muito engraçada. A gente começa com o maior gás e depois vai parando, parando, parando... quando percebe, já parou. Mas volta e meia eu entro lá só pra matar as saudades. Quase sempre encontro um comentário (Kindliche Kaiserin) e me sinto novamente na obrigação de postar alguma coisa, qualquer coisa mesmo, só pra não ficar com o sentimento de ter abandonado um filho (talvez o termo correto fosse uma criação). Por este motivo estou aqui novamente, postanto qualquer coisa... (rs).

Por ter perdido totalmente a mão de escrever, vou contar como anda a família. O maridão vai muito bem, obrigada. O moleque mais velho quebrou o coco antes de ontem. Correndo pela casa (como toda criança, por mais que a gente implore para eles não correrem) escorregou e bateu a cabeça no portal da porta da cozinha. Caos instalado em casa, minha mãe que toma conta das crianças enquanto estou no trabalho, liga pra cá desesperada pedindo pra corrermos para casa. Saímos voando mas quando chegamos em casa a situação já estava mais calma. Levamos o moleque pro hospital e o médico deu só um pontinho no corte. Ficou tudo bem, graças a Deus. O moleque mais novo está ótimo. Com quase 11 meses está engatinhando e tentando falar. É muito sapeca e quase deixa a gente louco em casa. No mais, tudo em ordem.

Daqui a um tempo eu volto. Um grande bj e até mais.